O Jogo de Contratações




Principais Dúvidas

1. Ainda não estou convencido. Pode me dar mais informações?

O tema de Contratações de TI é denso e possui um quadro normativo amplo. Além disso, existe um “abismo” entre a teoria e a prática. Os gestores não conseguem visualizar os riscos, pois as fontes estão dispersas e dependem do talento da equipe em compilar as informações. No jogo de Contratações, a equipe aprende se divertindo. Independente do resultado final, todos compartilham o conhecimento. O jogo não é só composto da experiência dos instrutores. Fazem parte da base de conhecimento atualmente a contribuição de mais de 250 gestores, em 3 estados  que já jogaram e deram melhorias.

2. Mas qual foi o segredo para conseguir tanta coisa em um jogo?

A palavra é: Simplicidade. Nosso cérebro aprende por várias formas. E os símbolos dispostos no tabuleiro ajudam o gestor a ficar mais familiarizado com as situações. As cartas por sua vez, trazem um desafio do contexto, que exige comunicação, decisão e responsabilidades.Ao invés de citar toda legislação, mostramos no jogo as alternativas que o gestor tem.

3. Como vou saber se o jogo vai de fato melhorar o engajamento?

O que é mais profundo? Confiar em algo que a pessoa diz e pensa, ou em algo que ela faz, usa e sonha? Com o jogo, conseguimos nivelar o conhecimento do grupo, mostrar onde as falhas prejudicam o processo e ainda, virar o jogo, mostrando o que seria o cenário ideal para entrega das atividades. O foco aqui não está em controlar o ambiente. Queremos motivar as pessoas a se comprometerem, explicando a importância delas no processo.

4. Os participantes terão um formato padronizado para planejar contratações?

Não. No jogo, iremos mostrar os cenários e dar ao gestor, capacidade de questionar o demandante, para dar mais segurança ao processo. Os templates já existem. Queremos ir além: entregar ao gestor a capacidade de argumentar e ter sucesso no projeto de aquisição, falando com quem precisa, fazendo o que precisa. Queremos tirar o foco do problema e trazer o conceito de oportunidade, desafio, crescimento. Entendemos que planejar uma contratação é um trabalho que necessita de mentoria, para diminuir o stress e evasão de servidores deste nicho de atuação.

5. Os participantes terão tempo para preencher templates?

Depende da necessidade do órgão e do treinamento contratado. Se os servidores não tiverem nenhuma experiência, recomendamos um módulo de no máximo 16h para isso.

6. Qual produto minha organização terá ao final da aplicação do Jogo?

Para treinamentos contratados igual ou acima de 16h, será disponibilizada uma lista de verificação para instrução processual.

7. A equipe terá acesso aos principais erros que ocorrem durante o planejamento da contratação, Seleção do Fornecedor e Gestão do Contrato?

Sim. Essa é a finalidade do Jogo.

8. Quais teorias estão por traz da ideia do jogo?

Self Determination Teory: Um estudo sobre Motivação e Personalidade.

Dan Pink’s Drive: Apresenta uma Pesquisa sobre motivação no trabalho

Dentre outros frameworks de gamificação (octalisys é um deles).

9. Quais mecanicas conduzem o jogo?

Foram jogados mais de 100 tipos de tabuleiro e jogos on-line para o método aplicado no jogo de contratações de TI. Não temos a resposta de quantas mecânicas, mas todas elas estão ligadas a uma necessidade do assunto. Cada assunto gera um gatilho de mecânicas diferente.

10. É possível ter dados do resultado do jogo?

Sim. Se for a necessidade do órgão, provemos informações gerenciais, para tomada de decisão. O trabalho é acompanhado por um profissional com vasta experiência em carreira, que acompanha a aplicação do Jogo e tece os comportamentos principais. Entretanto, não fornecemos informações personalizadas de um ou outro profissional, pois o ambiente de simulação deve deixar o jogador a vontade. As informações serão da turma (por exemplo, qual contratação o grupo tem mais dificuldade e que o gestor precisa buscar treinamento).

11. O jogo é focado na diversão ou no aprendizado?

O jogo é equilibrado. Tem hora de brincar. Hora de fazer pressão. Hora de ser sério. Hora da sorte. O conhecimento é medido por quem conseguiu gerenciar melhor as variáveis, naquele momento. Tem momento que a política prevalece e os grupos precisam fazer lobby. Eles também enfrentam situações reais. Alguns saem de férias durante o jogo, desfalcando a equipe e causando risada na turma.

12. Existem outros benefícios?

Atualmente o foco no erro é muito valorizado. Isso penaliza os gestores. Quem conhece de um determinado assunto, conta todo sucesso para os alunos. Com o treinamento, vemos que apontar as falhas ocorrida por outros gestores, aumenta a curva de aprendizado. Gostamos do ditado: “É melhor aprender com o erro dos outros”.  Com muita alegria, compartilhamos o fracasso, e ainda fazemos piada disso.

O Jogo traz mais visibilidade do processo. Talvez esse seja o principal benefício. É difícil juntar tantas variáveis um treinamento usando uma apresentação.

13. O que o jogo incentiva?

Ele incentiva competição. Mas para ganhar, é necessário colaborar e se comunicar. Não adianta saber mais. Queremos trazer a tona todos os comportamentos para o jogo dar certo no órgão contratante. Para nós, competidor bom é competidor parceiro. Valorizamos isso e premiamos. Nossa filosofia: Quer ir rápido: Vá sozinho. Quer ir longe? Vá acompanhado.

Talento, ganha o jogo. Mas time ganha campeonato. Nosso objetivo é aumentar o índice de maturidade do órgão. Ajudar a alta administração a sair do foco do problema e atuar mais na inovação.

14. Ainda não estou confiante em contratar o jogo.

Jogos são para deixar um tema chato, mais divertido. Mas tudo bem. Talvez esse não seja o melhor momento. Se você encontrar algo que seja melhor, não vamos ficar chateados! Não mesmo, sabemos que não temos a solução para tudo. Estamos em busca de oferecer algo que realmente atenda a necessidade das organizações que tem pouco tempo para treinar os servidores. Se tivermos oportunidade, vamos fazer nosso melhor.

15. Como você concluiu que o jogo é uma boa forma de ensinar?

No esporte, chamamos isso de estado de fluxo. Aumentamos a concentração, colocando os jogadores para fazerem parte do problema e atuar na solução.

16. O tema pode causar muito desconforto para alguns profissionais, mas vocês tem histórias para contar e encorajar os participantes?

Sim. Esse é nosso maior ativo: Já fizemos muito isso antes de criarmos o jogo.  Aqui você faz acontecer. Acreditamos que assim você aprende mais.

17. Não concordamos com o uso da gamificação. Você tem algo a Dizer?

Sim. Qual a necessidade de treinamento do órgão? Você quer realizar alguma mudança?

Para isto, precisamos ter pista limpa para que a gamificação aterrisse com eficiência dentro da estratégia maior da empresa. Em outras palavras, se houverem problemas mais elementares na sua organização, como salários não competitivos, cargos para os “peixes” ou um ambiente de trabalho que não é saudável, a gamificação falhará miseravelmente. Imaginem você, com todas as recompensas possíveis no seu perfil gamificado, e quando você pede um dia para resolver um problema para o seu chefe isto lhe é negado. Toda a dinâmica gamificada soará como outra grande hipocrisia dentro da organização.

Para tratar essa questão, pedimos a organização que nos responda um questionário, para não deixarmos engraçado, um problema institucional e piorar ainda mais a situação. Queremos ajudar, não queremos ser os salvadores da pátria. Se forem sinceros, poderemos mudar o jogo. Se houver tentativa de manipulação por que contrata, não será legal para nós. Prezamos pela ética no jogo e se nós não ficarmos confortáveis, podemos pedir ações prévias, antes de começarmos, para o bem do projeto.

18. Posso envolver a área de Gestão de Pessoas?

Claro! A gamificação é uma arma poderosíssima a ser utilizada na gestão de pessoas. Podemos personalizar o tabuleiro para sua necessidade.